Trabalhadores da linha de frente são essenciais em meio à pandemia

Trabalhadores da linha de frente são essenciais em meio à pandemia

Profissionais do Madrecor Hospital investem na humanização para enfrentar o momento.

Nossos planos para 2020 tomaram outros rumos quando nos deparamos com a pandemia do novo coronavírus. Os jornais e meios de comunicação passaram a exibir plantões e fomos bombardeados por uma enorme quantidade de dados de óbitos, pessoas curadas, pesquisas sendo feitas. Tudo isso afetou a nossa rotina e, aqui no Madrecor Hospital, isso não foi diferente.

Rearranjos de escalas foram feitos, adaptações de espaços, separando entradas para gripados e não gripados, reuniões com o comitê de enfrentamento à doença sendo feitas todas as semanas. Em resumo: toda a nossa instituição trabalhando dentro de um único propósito: fazer sempre mais e melhor, pela vida de todos que passam por aqui.

Em nosso país, o consórcio de veículos de imprensa divulgou dados sobre a doença, que tem mais de 3 milhões de pessoas afetadas e registrou, nas últimas 24 horas, 1.242 mortes. Sim, nós sabemos que os números não ajudam muito e que, por vezes, ficamos preocupados como tudo caminhará, no restante desse ano. Porém, afirmamos a você que existem pessoas que desejam um mundo melhor e que trabalham por ele.

São sobre essas pessoas que falaremos hoje.

Gratidão: é o que a Adrielle sente estando aqui.

                          Adrielle Cristina Barbosa  Freitas Borges

Adrielle Cristina Barbosa Freitas Borges é o nome da primeira história que contaremos. Ela trabalha aqui no Madrecor Hospital na recepção do Ambulatório e sua trajetória retrata bem o cuidado e a vontade de sempre ajudar a todos que chegam aqui. “Bom, estou no hospital há 7 anos e aqui foi minha primeira experiência em relação a atendimento em hospital. Gosto muito de estar na linha de frente. É um aprendizado diário!”, conta Adrielle.

Ela explica que sua rotina tem toda a parte burocrática, mas que, apesar de tudo, ela consegue mesclar bem a burocracia e o bom atendimento aos pacientes. “Aqui no hospital, faço as aberturas de fichas, autorizo procedimentos, faço o pré faturamento do setor. Além disso, sempre mantenho tudo organizado, limpo nosso balcão e também faço marcação de consultas do Ambulatório. Acredito que, mesmo em meio a tudo isso, temos que ter paciência, empatia e ser sempre, humano, pois nunca sabemos o que ou pelo o que o paciente está passando.”

Adrielle apresenta para nós o lado humano e carinhoso de sua profissão, nos contando que, muito além de desempenhar seu papel como recepcionista, o importante mesmo é focar no ser humano que está ali. “Acredito que a humildade, a compreensão e respeito sempre ajudam. Sempre me coloco no lugar do paciente, para tentar auxiliar da melhor forma possível.”

Sabemos que a recepção é sempre um dos primeiros contatos que temos, quando procuramos um hospital e é de extrema importância que tenhamos pessoas que estejam dispostas a fazer mais, para atender bem.

A nossa próxima história é de alguém que está conosco há pouco tempo, mas que já entendeu que estamos aqui para humanizar e compreender sempre o paciente. Vamos conferir?

Tenho orgulho do que faço neste hospital: a trajetória do Rui

                                             Rui Simões de Lima Junior

Rui Simões de Lima Junior é o protagonista de outra área aqui no Madrecor Hospital. Ele cuida da portaria e mantém contato direto com os pacientes que chegam aqui, em busca de atendimento. Ele, diferentemente da Adrielle, está conosco há menos tempo, mas já entendeu o nosso jeito de trabalhar e compartilha dos nossos ideais. “Eu entrei aqui em 24 de abril deste ano, na função de porteiro, na recepção do Pronto Atendimento, na ala das pessoas com COVID-19. Sou muito grato por exercer esta função. Já tem alguns anos que venho fazendo parte desta jornada de atendimento ao público,” conta.

Rui esclarece que as suas funções vão muito além do atendimento, mas que todas elas se cruzam em um único fim: receber e entender quem chega aqui. “Minha função é fazer ronda no Pronto Atendimento, olhando e auxiliando as pessoas, ajudando os médicos na chamada dos pacientes. Além disso, também confiro os copos e bebedouros, a disposição do álcool em gel nas recepções e corredores e, claro, sempre fico atento à entrada e saída de pessoas. Nessa época de pandemia, tenho zelado pelos pacientes, cuidando também de mim. Para isso, trabalho com os equipamentos de segurança, como máscara, luvas e viseira.”

Para ele, alguns itens são essenciais para que ele faça um bom atendimento àqueles que chegam aqui, como a gentileza, a cordialidade e o tratamento igual a todos que nos procuram. E o que enche seu coração? Assim como a Adrielle, é a gratidão. “Agradeço pela oportunidade sempre e pretendo continuar crescendo na empresa em que trabalho,” finaliza Rui.

Para nós, a grande realização é saber que temos pessoas dedicadas para cuidar bem da sua vida! E lembre-se: caso precise marcar alguma consulta, você pode ligar para a nossa Central: 34 3230- 6060.

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